Mostrando postagens com marcador Personlidades. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Personlidades. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Não pertube Axl Rose

Desde quando se começa a escutar Guns N' Roses dá para se perceber que Axl Rose realmente é um cara de personalidade forte. Ele é o único da banda que fez sucesso na década de 1990, mas isso não quer dizer que a banda é ruim, pelo contrário, é muuito boa. Mas esse não é o tema do post de hoje. Nesse post vou mostrar alguns estresses de Axl durante alguns shows.

- Para começar temos uma revolta axldiana em terras brasileiras. Esse ano em São Paulo (eu tava lá õ/), quando alguém jogou uma garrafa nele. Desse vez ele apenas parou a música, chamou a atenção do cara e retomou o show.





- No próximo vídeo a vítima foi um fotógrafo. Axl estava indo para a Ásia pela turnê do Chinese Democracy quando um desses fotógrafos de estrelas, que vivem de tirar fotos dos famosos comendo, dormindo, andando de carro, cagando, veio tirar fotos dele, enquanto Axl pediu para não ser clicado. Entretando o repórter seguiu com seu desrespeito e apanhou (bem feito :B)



- Se vocês pensaram que foi apenas no Brasil onde o Mr. Rose se revoltou na América do Sul estão enganados. Os nossos Hermanos também já o tiraram do sério. Nesse show na Argentina em 1992, os nossos vizinhos não paravam de atirar coisas para o palco, o que fez Axl dar um aviso para a platéia.



- Para finalizar, temos o episódio mais famoso. Aconteceu em St. Louis no ano de 1991. Um fã maluco, passou um bom tempo provocando Axl com uma camera fotográfica, até que a segurança não obedeceu Axl, que mandava retirar o fã, até que...



De onde vem tanta rebeldia eu não sei, talvez pela infancia sofrida e pelo fato de muitas pessoas já tentarem derrubá-lo, mas uma coisa é certa, com ou sem Slash na banda, Axl e o Guns N' Roses continuam detonando. \m/

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Simo Häyhä - O Morte Branca


Simo Häyhä nasceu em 1906 na Finlândia. Filho de fazendeiro, alistou-se no exército por ser obrigatório aos 17 anos, porém após cumprir o tempo, voltou à vida da fazenda. Em 1939, a União Soviética estava invadindo a Finlândia, com um exército de mais de 160 mil homens. Com vontade de defender sua pátria, Simo resolveu lutar na floresta, que conhecia como ninguém, durante o forte inverno, com temperaturas entre -20 e -40 graus Celcius, pegou seu rifle Mosin Nagant M28 em calibre 7.64X54 R e escondeu-se na floresta sob 2 metros de neve.
Aquela floresta era sua casa, caçava e caminhava por lá, assim matou vários soviéticos, que já chegavam cansados à floresta devido ao dificil acesso. Devido à sua habilidade, que àquela altura já havia matado dezenas de soldados inimigos, recebeu o apelido de Morte Branca. Quando os poderosos do exército da União Soviética ficaram sabendo que essas dezenas haviam morrido por apenas um sniper, começaram a fazer missões para apenas matar Häyhä, porém sempre falhavam e o finlandês eliminava todos.
Primeiramente foi mandado um comando especial depois um grupo de counter-snipers (snipers especializados em matar outros snipers). Em 1940, foi lhe oferecido um rifle com uma luneta eletronica porém o presente foi recusado pelo Morte Branca, pois segundo ele, o rifle era muito bom, mas o forçava a levantar um pouco a cabeça, o que poderia ser fatal, também havia o fato que a lente poderia refletir a luz do sol, chamando atenção.
Ele desenvolveu técnicas de atirar sentado, que por ele ser pequeno (1.60m) o ajudava, acertando tiros de até 500m, outra tática era a de pôr neve na boca pois assim, sua respiração ficaria mais discreta. A única saída do exército adversário foi bombardear as áreas onde suspeitavam que ele estava, acertaram-no mas não o mataram.
Em 6 de março de 1940, alguém conseguiu acerta-lo na cabeça mas não foi o suficiente para matá-lo, foi achado por aliados e passou semanas em recuperação. Segundo os soldados, ele estava com o lado esquerdo do rosto destruído, chegaram a dizer que faltava uma parte de sua cabeça. No dia 13 de março recuperou a consciencia, entretanto, foi nesse dia que a guerra terminou, com a derrota da Finlândia.
Ele morreu em 2002, em casa, com 96 anos. Suas vítimas com o rifle chegaram a mais de 500, que juntamente com mais de 200 com a metralhadora, resultaram em mais de 700 mortes, um recorde. Segundo ele, seu segredo era a prática e o amor a pátra também dizia que não tem remorsos por nenhuma morte pois estava cumprindo ordens. Na foto da esquerda, ele já perto de falecer.





sábado, 26 de junho de 2010

Erzsébet Bathory - A condessa Drácula


Erzsébet (Elizabeth) Bathory nasceu em 1560 e foi uma condessa húngara que ficou marcada como uma mulher que cometia crimes cruéis devido a sua obsessão por vaidade. Ficou conhecida como “A condessa sangrenta” e “A condessa Drácula”. Ficou noiva do conde Ferencz Nádasdy aos onze anos por questões políticas, passando a viver em seu castelo. Aos quatorze anos ficou grávida de um camponês e quando não conseguia mais esconder, fugiu até o nascimento do bebê. Em 1575 se casou e seu marido era um militar que por isso passava muito tempo fora de casa. Durante esse seu período era Erzsébet quem cuidava do castelo. Foi assim que seus comportamentos de psicopata começaram a aparecer. Ela era responsável pela disciplina de um grande número de funcionários (principalmente jovens mulheres). Ela começou a castigar os funcionários duramente pelos seus erros, mas seu comportamento era tão cruel que inventava desculpas para puni-los com graves torturas e levando suas vítimas até a morte em alguns casos. Um castigo utilizado por ela era espetar suas vítimas com alfinetes em partes sensíveis como sob as unhas. Outra Tortura utilizada por ela era fazer com que as mulheres andassem sobre a neve em pleno inverno austríaco totalmente despidas e ainda jogava água nelas. Engana-se quem pensa que seu marido era contra esse tipo de comportamento, ele não só a ajudava como ensinava técnicas. Uma ensinada foi a de cobrir uma mulher nua com mel e deixá-la sofrendo com os insetos. O Conde de Nádasdy morreu em 1604 (desconhece-se a causa) e Erzsébet se mudou para Viena e depois para cidades onde hoje se localizariam na Eslováquia. Foi nesse período que ela chegou ao seu auge doentio. Nessa época sua parceira era Anna Darvulia, mas após ela ficar doente passa a ser Erzsi Majowara. Essa foi a maior responsável pelo declínio mental de Erzsébet. Ela a encorajava a torturar stripers. A condessa estava com dificuldades de arrumar empregadas já que sua fama, nem um pouco animadora, se espalhava pela cidade. A uma história que fala que o marido da condessa foi morto por ela própria já que seu medo de envelhecer era tanto que ela se preocupava com as suas aparições em público com o conde que era um homem mais velho, devido a isso também, ela tinha casos extraconjugais com homens mais novos. Ela começou a tomar banho de sangue de tão grande que era sua obsessão pela busca da juventude. Uma vez ela espancou uma serva que sem querer puxou seu cabelo enquanto o penteava, a condessa o espancou e viu que gotas de sangue aparentemente a rejuvenescem. Em 1610, começaram-se as primeiras investigações. Foi presa no final do ano. No seu segundo julgamento foi usado como prova uma agenda que ela possuía onde era escrito todos os seus crimes: 650 vítimas. Condenada à prisão perpétua e seus cúmplices a pena de morte sendo a execução feita de acordo com seus métodos de tortura. A condessa foi presa em um aposento sem janela e portas, apenas um espaço para passar a comida, agüentou apenas 4 anos, morrendo em 1614 aos 54 anos. O incrível é que no seu julgamento não foram apresentadas provas, apenas relatos de testemunhas. Seu nome foi proibido de ser circulado durante toda a Hungria pelo rei Matias II.